Publicações de 2018
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Dissertação - Otavio Amaral De Andrade Leão
COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO DE IDOSOS RESIDENTES NA ZONA RURAL DO MUNICÍPIO DE RIO GRANDE, RSAutor: OTÁVIO AMARAL DE ANDRADE LEÃO (Currículo Lattes)
ResumoObjetivo: O objetivo do presente estudo foi descrever o comportamento sedentário de idosos residentes na zonarural. Populaçãoalvo:Apopulaçãoalvofoicompostaporindivíduosde60anosoumaisresidentes na zona rural domunicípio de RioGrande, RS. Delineamento: Estudo transversal de base populacional realizado no município de Rio Grande. Esseestudofazpartedeumconsórciodepesquisarealizadopelaturmadomestrado de Saúde Pública a FURGno ano de 2016-2017. Desfecho: O desfecho do presente estudo foi o Comportamento Sedentário, avaliado através do tempo total sentado na última semana em oito atividades: assistir televisão ou vídeos/DVDs, usar o computador/internet, ler, socializar com amigos ou família, andar de carro/moto/transporte público ou outro, praticar algum hobbie, trabalhar e outras atividades. Processo amostral: Para o presente consórcio de pesquisa, foi utilizada uma amostra de 80% de domicílios elegíveis (aqueles que contém pelo menos uma mulher em idade fértil, idoso ou criança menor do que cinco anos) de cada um dos vinte três setores censitários do município. Assim, foi sorteado um pulo inicial entre os cinco primeiros domicílios, mantendo esse padrão para cada setor e abordando os próximos quatro elegíveis. Análise: A análise foi composta pela descrição dos aspectos do comportamento sedentário, além de análise bivariada (Teste T e ANOVA) e multivariável (Regressão Linear) para testar associações entre o desfecho e características socioeconômicas, demográficas e de atividade física. Resultados:Foram estudados 1030 idosos, com uma média de comportamento sedentário de 274,9 min/dia, sendo que, assistir televisão, representou quase a metade do desfecho (130,5 min/dia). Idade se mostrou inversamente associada com o comportamento sedentário (p<0,01), enquanto que renda e escolaridade apresentaram uma relação direta.
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Dissertação - Paula Pizzatto
CONHECIMENTO MATERNO SOBRE ALIMENTAÇÃO INFANTIL EM SÃO LUÍS DO MARANHÃOAutor: PAULA PIZZATTO (Currículo Lattes)
ResumoObjetivo: Descrever o conhecimento sobre aleitamento materno e introdução de alimentação complementar entre mães de menores de um ano em São Luís, MA, Brasil. População alvo: mães ou responsáveis pela guarda de crianças menores de um ano residentes nas áreas selecionadas para o estudo no segundo semestre de 2017. Delineamento: Estudo transversal conduzido em São Luís, MA, com aplicação de questionário único, padronizado por entrevistadoras previamente treinadas à todas as mães de menores de um ano. Este questionário buscava informações sobre características socioeconômicas da família, condições demográficas e vida reprodutiva destas mulheres, além da assistência recebida durante a gestação e o parto. Foram incluídas ainda diversas questões sobre conhecimento em alimentação infantil. Desfecho: Conhecimento materno sobre alimentação infantil. Processo amostral: As entrevistas aconteceram em setores censitários contidos nas 20 comunidades de São Luís (de um total de 53) as quais foram previamente selecionadas por conveniência de acordo com a visitação doslíderes da Pastoral da Criança. Nestas áreasforam abordados todos os domicílios que continham bebês menores de um ano. Análise: Consistiu da montagem de escores do conhecimento, listagem de frequências e da obtenção de medidas de tendência central e de dispersão. Resultados: dentre as 758 mães entrevistadas, 41,5% apresentaram conhecimento satisfatório. A média do escore específico da introdução alimentar foi 10,0% mais baixa do que a do aleitamento materno. Os benefícios da amamentação para os bebês são mais conhecidos do que as vantagens que esta confere às mães. Os piores desempenhos observados estiveram relacionados ao preparo de papas (14,5%), limite de idade para evitar a oferta de alimentos ultraprocessados (31,9%) e tempo ideal da amamentação (44,9%). Conclusões: é elevada a proporção de mães que desconhece ensinamentos básicos sobre alimentação infantil. Isto pode reduzir o tempo de aleitamento exclusivo, aumentar as taxas de introdução inadequada de alimentos e bebidas e do desmame precoce. Descritores: conhecimento, mães, aleitamento materno, nutrição da criança.
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Dissertação - Pedro San Martin Soares
PREVALÊNCIA DE TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS E FATORES ASSOCIADOS ENTRE MULHERES RESIDENTES NA ZONA RURAL DE RIO GRANDE-RSAutor: PEDRO SAN MARTIN SOARES (Currículo Lattes)
ResumoObjetivo: Analisar a prevalência e fatores associados aos Transtornos mentais comuns (TMC) em mulheres da zona rural. População alvo: Mulheres de 18 a 49 anos residentes na zona rural do município de Rio Grande-RS. Delineamento: Estudo transversal de base populacional realizado no município de Rio Grande. Esse estudo faz parte de um consórcio de pesquisa realizado pela turma do mestrado de Saúde Pública a FURG no ano de 2016-2017. Desfecho: Presença de transtornos mentais comuns, avaliado através do General Health Questionnaire-12 (GHQ-12), utilizando o ponto de corte ≥ 3. Processo amostral: Para o presente consórcio de pesquisa, foi utilizada uma amostra de 80% de domicílios elegíveis (aqueles que contém pelo menos uma mulher em idade fértil, idoso ou criança menor do que cinco anos) de cada um dos 23 setores censitários do município. Foi sorteado um pulo inicial entre os 5 primeiros domicílios, mantendo esse padrão para cada setor e abordando os próximos quatro elegíveis. Análise: As análises bivariadas e ajustadas foram realizadas através regressão de Poisson com variância robusta para estimar as razões de prevalências (RP) e os respectivos intervalos de confiança de 95%. Significância estatística foi definida como p < 0,05. Resultados: Foram avaliadas 996 mulheres e a prevalência de TMC foi de 36,4% (IC95% 33,4% - 39,3%). Após ajuste para fatores de confusão de acordo com um modelo hierárquico de análise, as mulheres com menor renda, com menor escolaridade, as tabagistas e as que relataram ter sofrido aborto em algum momento da vida apresentaram as maiores prevalências de TMC. Conclusão: Os resultados deste estudo indicam a carga dos transtornos mentais comuns e seus fatores associados, o que poderá auxiliar no planejamento de políticas e serviços de saúde. Descritores: Transtornos Mentais Comuns; Mulheres; Rural; Prevalência; Epidemiologia.
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Dissertação - Sabrina Silveira Leite
ADEQUAÇÃO DA ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL ENTRE MENORES DE CINCO ANOS RESIDENTES NA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE RIO GRANDE, RIO GRANDE DO SULAutor: SABRINA SILVEIRA LEITE (Currículo Lattes)
ResumoObjetivos: Medir a prevalência de adequação da assistência pré-natal entre menores de cinco anos residentes em área rural utilizando os critérios propostos por Takeda, Coimbra e Silveira. Descrever a prevalência de adequação do pré-natal segundo os diferentes critérios de acordo com a idade e escolaridade materna e renda familiar e, estudar a evolução da adequação do pré-natal conforme a idade das crianças. População alvo: Crianças menores de cinco anos residentes na área rural do município de Rio Grande, cujas mães tenham recebido assistência pré-natal. Delineamento: Transversal. Desfecho: Adequação do pré-natal de acordo com os critérios de Takeda, Coimbra e Silveira. Processo amostral: Trata-se de um censo. Análise: Foi realizada análise descritiva com cálculo de prevalências. Resultados: Fizeram parte do estudo 331 crianças cujas mães afirmaram ter recebido assistência pré-natal. As prevalências de adequação encontradas foram 90,6%, 87,3% e, 35,9% de acordo com os critérios de Takeda, Coimbra e Silveira respectivamente. A adequação do pré-natal foi menor quanto mais exigente o critério utilizado na sua avaliação. Foi verificada uma tendência linear de maior adequação do pré-natal em relação a maior idade materna e menor idade das crianças. Conclusões: A maioria das mulheres da área rural comparecem ao número de consultas adequado e iniciam o acompanhamento pré-natal até o quarto mês de gestação, entretanto, a realização dos exames conforme recomendado é baixa. Sugere-se ações que intensifiquem a efetivação dos exames preconizados na assistência pré-natal. Atenção especial deve ser dispensada às gestantes adolescentes que apresentaram os piores resultados de adequação. Descritores: Cuidado Pré-Natal; Qualidade da Assistência à Saúde; População Rural.
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Dissertação - Seiko Nomiyama
TAXA DE MORTALIDADE POR SUICÍDIO EM IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE ESTUDOS OBSERVACIONAISAutor: SEIKO NOMIYAMA (Currículo Lattes)
ResumoObjetivo: investigar a taxa de mortalidade por suicídio, no mundo, e sua distribuição geográfica, demográfica e temporal. População alvo: idosos. Delineamento: revisão sistemática de estudos observacionais. Desfecho: suicídio. Processo de busca de artigos/base de dados: foi realizada busca dos estudos nas bases de dados PubMed, LILACS, IBECS e SciELO e pesquisa complementar nas referências dos artigos selecionados. Resultados: foram incluídos 141 estudos nesta revisão. A grande heterogeneidade entre os estudos e a indisponibilidade de dados impossibilitaram a realização de meta-análise, e a síntese de dados foi de forma qualitativa. A maior taxa (530,0/100.000) foi encontrada em homens com 80 anos ou mais em áreas rurais na Índia, no período de 1998 a 2004, enquanto a menor taxa de 0,2/100.000 foi registrada no México em mulheres na faixa etária de 85 anos ou mais, no ano de 2010. As taxas mais elevadas foram encontradas em áreas rurais, indivíduos do sexo masculino e faixas etárias mais avançadas. Os estudos de tendência temporal demonstraram variações de acordo com localidade, sexo e grupo etário. Conclusões: o suicídio em idosos deve ser considerado como um problema de saúde pública mundial. Descritores: taxa de mortalidade; suicídio; idosos; revisão sistemática.
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Dissertação - Vitória Dos Santos Alam
COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE IDOSOS RESIDENTES NA ZONA RURAL DE RIO GRANDE – RIO GRANDE DO SULAutor: VITÓRIA DOS SANTOS ALAM (Currículo Lattes)
ResumoObjetivo: Descrever as variáveis do comportamento alimentar e sua distribuição conforme características socioeconômicas e demográficas em idosos residentes na zona rural de Rio Grande-RS. População alvo: A população alvo foi composta por indivíduos de 60 anos ou mais residentes na zona rural do município de Rio Grande, RS. Delineamento: Estudo transversal de base populacional realizado no município de Rio Grande-RS. Esse estudo faz parte de um consórcio de pesquisa realizado por estudantes do Programa de pós-graduação de Saúde Pública da Universidade Federal do Rio Grande no ano de 2016-2017. Desfecho: O desfecho do presente estudo foi o comportamento alimentar, avaliado por meio da adaptação do questionário desenvolvido pelo Estudo Saúde, Bem-estar e Envelhecimento. Processo amostral: Realizado a partir da amostra de 80% de domicílios elegíveis de cada um dos vinte três setores censitários rurais do município. Foi feito o sorteio e um pulo inicial entre os cinco primeiros domicílios mantendo esse padrão para cada setor e abordando os próximos quatro elegíveis para realização da entrevista. Análise: A análise foi composta pela descrição dos aspectos do comportamento alimentar, além de análise bivariada (Teste Qui Quadrado bicaudal). Para analisar o efeito independente das variáveis foi realizada a Regressão de Poisson. Resultados: A amostra foi constituída por 1030 idosos. Os idosos apresentaram comportamento alimentar saudável, porém, relataram o baixo consumo de frutas ou verduras e a pouca ingestão de líquidos ao dia. As idosas, idosos mais velhos, casados, acompanhados no domicílio, com mais de cinco anos de estudo, pertencentes ao nível econômico de classe A e B apresentam comportamentos alimentares mais saudáveis. Conclusões: Os idosos residentes na zona rural relataram ter um comportamento alimentar saudável. Os dados apresentados demonstram a importância de se estudar o consumo alimentar e dar a sua devida atenção ao ato de comer. Sugere-se que ações para incentivar os hábitos saudáveis, que visem principalmente aumentar o consumo desses alimentos e de líquidos, sejam feitas nos idosos da zona rural de Rio Grande. 7 Descritores: Alimentação; Consumo alimentar; Nutrição; Envelhecimento.